Bruno Cunha Lima não acredita em união entre Romero e João

Foto: Paraíbaonline. 
O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), afirmou que é defensor de uma candidatura da oposição em 2022 e disse que o aguardo por Romero Rodrigues (PSD) como um possível candidato a governador da oposição não é “da boca pra fora”.

Diferente do que vem sendo especulado no âmbito político da Paraíba, Bruno disse que não acredita que Romero vai se aliar ao governador João Azevêdo (Cidadania).

“Não acredito em uma ida do ex-prefeito para a base do governador, sobretudo por uma questão de coerência”, enfatizou.

Ele considerou, durante entrevista à Rádio Correio FM, que a ida da vereadora Eva Gouveia (PSD) para ocupar uma secretaria no governo João Azevêdo (Cidadania) é uma decisão pontual dela, que não implica uma decisão do partido ou de qualquer outro agente político.

Considerando a possibilidade de Romero se aliar ao governador João Azevêdo (Cidadania), Bruno ponderou que outros aliados do grupo estão colocando o nome à disposição, e o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) é um deles.

“Pedro tem legitimidade, deputado federal, duas vezes esteve entre os mais votados e, nesse primeiro ano de gestão, é quem mais tem me ajudado com destinação de recursos disparado. 10, 20, 30 milhões de reais para Campina ele já mandou este ano para ajudar no combate à Covid-19, para ajudar na construção de creche, na construção de escola. Então ele tem naturalmente, pela posição que ocupa, essa legitimidade para pleitear”, analisou.

Ele revelou que não há de sua parte qualquer predisposição de votar em uma candidatura possivelmente encabeçada pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

Também disse que mantém uma relação respeitosa com o senador, mas defende a coerência e lembra que sua principal adversária nas eleições de 2020 foi a esposa de Veneziano, Ana Cláudia Vital do Rêgo (Podemos).

“Você me perguntou com quem eu vou, eu não vou com ninguém, eu fico onde estou. Esse ramo que nós vivemos, o ramo da política, não é um terreno muito fértil para uma semente chamada coerência, nem sempre ela frutifica muito. Mas, a duras penas, eu tento ser coerente”, pontuou.

O gestor ainda lembrou a “quebra de jejum”, quando foi a João Pessoa ter uma audiência com o governador João Azevêdo (Cidadania), mas frisou que “isso não implica dizer que há um sentimento de união política”. (*) Paraibaonline


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