Zenóbio assina contrato para construção de aterro sanitário

FIM DE LIXÕES - O prefeito Zenóbio Toscano assinou na tarde desta segunda-feira (19), no auditório da agência do INSS (Instituto Nacional...

FIM DE LIXÕES - O prefeito Zenóbio Toscano assinou na tarde desta segunda-feira (19), no auditório da agência do INSS (Instituto Nacional de Serviço Social) em Guarabira, o contrato para a construção do aterro sanitário que dará fim aos lixões e trará benefícios, tanto para a população guarabirense, quanto para os mais de 20 municípios que integram o Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos (CONSIRES), o qual Zenóbio é o atual presidente.
A solenidade contou com as presenças de gestores e representantes dos municípios que compõem o CONSIRES, a exemplo dos prefeitos Douglas Lucena (Bananeiras), Jeová José (Alagoinha), Joyce Renally (Duas Estradas), Adailma Fernandes (Serra da Raiz), Mônica Cristina (Pilõezinhos) e da empresa responsável pela construção do aterro, a ECOSOLO.

Renato Rocha, arquiteto da ECOSOLO, parabenizou o CONSIRES por mais esta importante etapa concluída, uma vez que é o primeiro consórcio do estado a pôr em prática a construção do aterro sanitário, dando uma destinação final à decomposição dos resíduos sólidos que não gere um impacto ambiental causado pelos antigos lixões, cumprindo assim todas as normas exigidas pelo PNRS.

Ao falar sobre o plano que compõe a gestão integrada dos resíduos, o engenheiro José Dantas de Lima, da ECOSAM, apresentou, entre outros temas, a realização de um diagnóstico apontando os principais problemas relativos a situação atual dos resíduos sólidos em cada um dos municípios integrantes do CONSIRES o estudo de prospecção e cenário que possam oferecer um melhor planejamento para melhoria da qualidade na prestação dos serviços.

Esse é mais um importante passo para que os lixões sejam definitivamente extintos, pois o aterro sanitário é o único método de disposição final de lixo. A implantação de aterros sanitários só traz benefícios para a sociedade, pois acaba com a agressão ao meio ambiente, evita o risco de poluição de mananciais ou de lençóis freáticos, impede a proliferação de vetores como moscas, baratas e ratos, além de possibilitar a utilização dos gases gerados pela decomposição da matéria orgânica como fonte de energia. (Com Codecom)

Da redação

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