Saúde mental: pessoas tóxicas existem e sugam nossa energia; especialista ensina como lidar com elas

O psicólogo Andersson Felipe. Foto: Divulgação / Hapvida JP. 
Elas estão espalhadas pelos quatro cantos do mundo e fazem parte do cotidiano de muita gente, seja no trabalho, na família, no ciclo de amigos. A verdade é que sempre é possível encontrar pessoas tóxicas no dia a dia. Essas pessoas se caracterizam por espalhar sentimentos e desejos ruins de modo a afetar diretamente outro indivíduo. É o que explica o psicólogo da MedPrev do Hapvida em João Pessoa, Andersson Felipe, neste sábado (10), data em que se celebra o Dia Mundial da Saúde Mental. 

“Características como ganância, mentira, vitimização, arrogância e fofocas são alguns dentre outros sinais que podem apontar para identificação de uma pessoa tóxica, que tem sempre o comportamento não só de denegrir, mas incomodar, causando desconforto ao outro de modo a promover situações e sentimentos negativos na pessoa atingida”, esclarece. 

Andersson Felipe afirma que uma pessoa tóxica sabe o que está dizendo, pensando e o que está transmitindo ao outro e ela pode afetar a saúde mental dos que convivem com ela. “Ela tem convicção que tais atitudes machucam e agem de modo a inflar, assim, o próprio ego porque na medida em que causa um mal estar no outro, ela enxerga como se tivesse obtido êxito perante a pessoa que foi atingida”, assegura. 

O especialista garante que não há diferença entre ter atitudes tóxicas e ser uma pessoa tóxica. Para ele, as duas opções se configuram em um só indivíduo e, geralmente, desencadeia todos os tipos de comportamentos voltados à negatividade. “O sujeito tem como meta, causar no dia, no ambiente ou para pessoas em geral um mal estar, seja através de uma fofoca, de um posicionamento irrelevante, comportamentos impensáveis e de cunho pejorativos e de forma que acometa não só o estado físico, mas também o mental da pessoa que vai ouvir”, esclarece. 

Saídas – O psicólogo do Hapvida, Andersson Felipe, explica ainda que é possível identificar o comportamento tóxico por meio de atitudes e afirma que após a identificação, a pessoa com conduta tóxica precisa ter, primeiramente, consciência das ações praticadas, das formas e os modos como se dirige às pessoas. Mas esclarece que há saída para estas pessoas mudarem de comportamento. “A solução para tratar uma pessoa tóxica seria o acompanhamento terapêutico em que pudesse ser trabalhado todos os fatores que levam o indivíduo a ter tais comportamentos”, pondera o psicólogo. Já a medida mais adequada aos que são vítimas é não se deixar contaminar, limitar o contato e se afastar caso haja a possibilidade.  (*) Ascom Hapvida

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