Pedro recebe abaixo-assinado com 1,5 mi assinaturas em defesa das Universidades Públicas Brasileiras

EDUCAÇÃOO presidente da Comissão de Educação da Câmara, o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), recebeu, na última quarta-feira (15), um abaixo-assinado “Em defesa das Universidades Públicas Brasileiras”, realizado através do site www.change.org.  Foram coletadas 1,5 milhão de assinaturas com o objetivo de pressionar o Congresso e o Governo Federal para que atuem contra os cortes na educação.

O documento foi entregue pelo autor do abaixo-assinado o professor universitário Daniel Tourinho Peres e a coordenadora de Campanhas da change.org Yahisbel Adames Valles. A data escolhida foi o dia de mobilização em defesa da educação, onde escolas públicas de todo o País pararam e a comunidade acadêmica e população em geral foram às ruas contra corte de recursos, além do dia em que o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, vai à Câmara Federal, após convocação, para explicar bloqueios de verbas.

 “A minha expectativa é que os parlamentares se mobilizem no sentido de garantir que as universidades tenham autonomia e saiam fortalecidas. No sentido de que tendo um orçamento, já aprovado, elas possam executar. E não mais ficar ao arbítrio do Poder Executivo liberar ou não a verba”, defendeu Daniel.

“As Universidades Federais estão sob forte ataque do governo. As Universidades Públicas brasileiras são responsáveis pela quase totalidade, por mais de 90% de toda a pesquisa científica que se faz no país em todas as áreas: da filosofia à medicina, das artes às engenharias. Não há instituição que tenha contribuído de modo equivalente para o progresso do país. As universidades são os grandes produtores de conhecimento e, portanto, responsáveis por grande parte de nosso crescimento econômico ao longo de nossa história”, diz o abaixo-assinado.

O Ministério da Educação (MEC) bloqueou parte do orçamento das 63 universidades e dos 38 institutos federais de ensino. No total o corte é de R$ 1,7 bilhão, o que representa 24,84% dos gastos não e 3,43% do orçamento total das federais.

Assessoria 
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