Eleições 2018: dono de instituto admite que erro em questionário invalidou pesquisa na PB

Nome de Lucélio não foi citado em um eventual segundo turno, apenas Maranhão, Azevedo e Lígia.   O advogado, especialista em pesquisa ...

Nome de Lucélio não foi citado em um eventual segundo turno, apenas Maranhão, Azevedo e Lígia.  


O advogado, especialista em pesquisa eleitoral e marketing política Renato Dorgan Filho disse na tarde desta terça-feira, 24, que a pesquisa eleitoral realizada pela Real Time Big Data tornou-se inválida por não contar com dados necessários no questionário aplicado, via telefone, em pesquisa quantitativa.

Em conversa com o Polêmica Paraíba, Renato Dorgan afirmou que nos cenários listados no segundo turno “não contavam com um dos candidatos” [Lucélio Cartaxo].

Sobre os próximos passos, ele afirmou que os números são inválidos, já que houve um erro de origem. Questionado se haverá nova coleta de dados, ele disse que “isso será decidido com o cliente, foi a Record que encomendou e isso será resolvido com a TV”.

Ele disse ainda que o sócio dele, Bruno Coller, foi quem cuidou diretamente da pesquisa e estava em contato com a emissora de TV. Inclusive vindo a Paraíba para a divulgação da pesquisa. Renato disse não saber se Coller ainda está em João Pessoa.

Outro ponto que chama atenção é que a Real Time Big Data integra o Instituto Travessia, sediado em São Paulo, e pertence a Renato e Bruno.


Nome do pré-candidato Lucélio Cartaxo não foi citado, equivocadamente, nos cenários de um eventual segundo turno
(Fonte: Real Time Big)
Da redação com
Polêmica Paraíba


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