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"Vou cortar mais, o Estado não fabrica dinheiro!”, diz Ricardo ciente de demissões na UEPB por cortes nos repasses

O governador Ricardo Coutinho não se abalou com a (péssima) notícia de que a Universidade Estadual da Paraíba terá de demitir 120 professores, e não irá mais convocar 2,7 mil novos alunos no segundo semestre deste ano, por conta da redução nos repasses do Governo. Ao ser indagado sobre o assunto, o governador simplesmente afirmou que não irá aumentar os repasses.

E mandou outro sinal para a UEPB: “Eu vou cortar ainda mais na máquina, não tenho o que fazer. Essa é uma obrigação republicana de todo mundo.” A Universidade vive uma crise atrás da outra, desde a posse de Ricardo Coutinho no início de 2011, quando, de prima, já determinou o fim da autonomia da Instituição, algo que era uma das mais caras conquistas da comunidade acadêmica.

E concluiu abruptamente a entrevista, dizendo: “Não existe dinheiro sendo fabricado no Estado!”

Redução – A nova crise iniciou, há poucos dias, o reitor Rangel Júnior anunciou a demissão dos professores substitutos e o cancelamento da convocação de novos estudantes de graduação, após a divulgação do orçamento anual da UEPB por parte do Governo RC para R$ 290 milhões, ou R$ 27 milhões a menos do que o próprio Governo havia previsto, de R$ 317 milhões.

O Conselho Universitário da Instituição havia solicitado um orçamento de R$ 410 milhões, para atender todas as demandas da Instituição, inclusive a convocação de novos alunos no segundo semestre. (Blog do Hélder Moura)

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