
A Polícia Civil de São Paulo divulgou neste sábado (5) a imagem do rosto do homem que teve o corpo esquartejado e espalhado em sacos plásticos na região central da capital no mês passado. Como a cabeça da vítima foi encontrada desfigurada, a identificação da face dela só foi obtida por meio de uma reconstituição feita a partir da análise digitalizada do seu crânio.
O nome da vítima e sua identidade, no entanto, não foram divulgados porque ainda dependem da confirmação de exames de DNA.
O nome da vítima e sua identidade, no entanto, não foram divulgados porque ainda dependem da confirmação de exames de DNA.
Procurada para comentar o assunto, a assessoria de imprensa da Delegacia Geral de Polícia (DGP) explicou que a identidade do homem só será divulgada após o resultado do teste de genético. Isso porque o material genético do corpo esquartejado está sendo comparado com de familiares de um desaparecido. A investigação apura se o esquartejado é o rapaz que sumiu.
Na sexta-feira (4), a polícia prendeu um suspeito de ter ligação com o esquartejamento do homem. Segundo a investigação, o detido seria o homem flagrado por câmeras de segurança do bairro de Higienópolis carregando um carrinho de feira com membros e o tronco.
Um retrato computadorizado do suspeito foi divulgado na quinta-feira (3) e ajudou na prisão dele. A imagem foi produzida a partir de cenas de vídeos registrados por câmeras de segurança de prédios da região.
Morador de rua, usuário de crack e com passagem pela polícia por roubo, o suspeito negou ter matado e esquartejado a vítima, mas confessou, segundo a polícia, que distribuiu os sacos com as partes do corpo em Higienópolis. Ele alegou que não sabia que os pedaços da vítima estavam dentro dos sacos. Também declarou que recebeu R$ 30 de um homem em um carro prata para distribuir os sacos.
O suspeito estava em liberdade condicional, revogada em janeiro. Após isso, a Justiça decretou um mandado de prisão. Ele tinha sido condenado a uma pena de cinco anos e quatro meses por roubo.
De acordo com a investigação, o detido é suspeito de distribuir apenas as sacolas em Higienópolis, não a que continha uma cabeça humana na Praça da Sé. Para os policiais isso pode significar que mais pessoas podem ter participado do crime.
Da Redação
com G1
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