Mulher paraibana está desaparecida há mais de 40 dias na Espanha

A família recebeu informações de que a parente teria sofrido agressões de um homem que seria seu namorado.  


Foto: Arquivo Pessoal/Cristina Silva via g1 PB


Mônica Maria da Silva, de 36 anos, natural de Pedras de Fogo (PB), está desaparecida em Barcelona, na Espanha, desde o dia 4 de julho. Ela mora no país há dois anos e trabalha como cabeleireira. As inoformações são do g1 Paraíba. 


De acordo com a reportagem, a família está preocupada, principalmente porque Mônica parou de falar com a filha de 6 anos, que mora no Brasil com parentes. A última vez que a família teve notícias dela foi em julho.


A irmã de Mônica, Cristina, conta que a família descobriu onde ela morava, perto do metrô Can Cuiàs, na região de Santa Coloma de Gramenet. Mas, até agora, as autoridades espanholas não confirmaram seu paradeiro.


O consulado brasileiro disse que não pode investigar e orientou a família a procurar a Interpol. O Itamaraty informou que está acompanhando o caso e prestando assistência à família.


Durante as buscas, uma cliente de Mônica entrou em contato com a família e mostrou mensagens e fotos que trocou com ela. Em uma delas, Mônica pedia para a cliente guardar o material, com medo de ficar sem o celular.


Ainda segundo a apuração, a família também recebeu informações de que Mônica teria sofrido agressões de um homem que seria seu namorado, e que ela aparecia em fotos com as unhas machucadas. Além disso, ela teria procurado um serviço de acolhimento para mulheres vítimas de violência na Catalunha.


Amigas de Mônica disseram que não falam com ela desde o dia 15 de junho.


A família registrou boletim de ocorrência no Brasil e enviou os documentos ao Itamaraty e ao consulado. No entanto, tem enfrentado dificuldades para conseguir informações e saber qual órgão pode formalizar o desaparecimento na Espanha.


O consulado informou que a polícia espanhola teria visto Mônica bem há cerca de 20 dias, mas a família não teve acesso a nenhum documento que confirme isso. Por isso, eles continuam buscando respostas e não se sentem tranquilos.

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