Guarabira: prefeitura divulga cadastro para artistas locais e mapeia impacto da Covid-19 no setor cultural

O cadastro poderá ser feito tanto por Pessoa Física como Jurídica, voltado para artistas autônomos e também aqueles que representam empresas, associações, cooperativas ou qualquer espaço cultural independente. 
O Casarão da Cultura, em Guarabira. Foto: Reprodução / Google Street View. 
A Prefeitura de Guarabira através da Secretaria de Cultura e Turismo está convocando artistas e produtores culturais para que se inscrevam no banco de dados digitais que acaba de ser lançado no site da própria PMG. Trata-se de um cadastro amplo e atualizado que pretende aproximar artistas e profissionais do setor dentro dos princípios de oportunidade, legalidade, defesa do interesse público, impessoalidade e economicidade, valorizando a formatação da cultura local.

O cadastro poderá ser feito tanto por Pessoa Física como Jurídica, voltado para artistas autônomos e também aqueles que representam empresas, associações, cooperativas ou qualquer espaço cultural independente – como ateliês, teatros, escolas de dança, estúdios e territórios de manifestações culturais religiosas, entre outros.

Para fazer o cadastro é fácil, basta clicar aqui e preencher qualquer um dos dois formulários (Pessoa Física ou Pessoa Jurídica), ou até mesmo os dois, se for o caso de artista com participação nas duas modalidades.

O conjunto de informações nesse banco de dados, segundo informou a Secretaria de Cultura e Turismo, é uma das peças fundamentais para o desenvolvimento de políticas públicas para Cultura e Turismo neste momento crítico da sociedade. Além da necessidade atual, trata-se de um banco que servirá de base para futuras ações municipais no setor, independente do momento de exceção.

“É importante que todas as pessoas com atuação cultural em Guarabira façam esse cadastro agora, pois estamos nos preparando para o planejamento durante e depois dessa pandemia”, disse o secretário de Cultura e Turismo de Guarabira, escritor e teatrólogo Tarcísio Pereira.

Ele lembrou a tramitação da Lei de Emergência Cultural que poderá ser sancionada e regulamentada a qualquer momento, e que deverá beneficiar muitos autônomos e profissionais do segmento. E finalizou: “Mas independente dos desdobramentos da lei, a prefeitura poderá contar com esses dados para projetos futuros no setor cultural”. (*) Secult / PMG

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