PF faz operação em 3 estados contra fraudes no Auxílio Emergencial

Foto: Divulgação / Polícia Federal. 
A Polícia Federal cumpre nesta segunda-feira (9) 14 mandados de busca e apreensão e 4 de prisão nos estados de São Paulo, Bahia e Tocantins contra fraudes no Auxílio Emergencial. 

A Operação Primeira Parcela busca identificar e desarticular a atuação de indivíduos e grupos criminosos em ações fraudulentas para obter ilicitamente recursos do benefício.  

No estado de SP, são cumpridos um mandado de prisão e quatro de busca e apreensão, além de sequestro de bens, na capital paulista, além de um mandado de busca e apreensão em São Bernardo do Campo e outro em Sorocaba. Estima-se que os prejuízos causados aos cofres públicos sejam de cerca de R$ 350 mil somente nesse estado. 

Na Bahia, a PF cumpre três mandados de prisão temporária (já cumpridos) e sete de busca e apreensão, todos no município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador. Também foi autorizada a quebra do sigilo bancário das contas dos investigados e o bloqueio dos valores nelas depositados, e o sequestro de veículos utilizados pelos membros do grupo. Os agentes também cumprem um mandado de busca e apreensão em Araguaína, no Tocantins.

Segundo a PF, as investigações apontaram que os suspeitos teriam utilizado "indevidamente os dados das vítimas para realizar o cadastro para recebimento do Auxílio Emergencial e, em seguida, transferir os valores para suas próprias contas, através de boletos bancários". Em apenas uma semana, o grupo teria cadastrado de forma irregular ao menos 59 contas, resultando em um desvio de cerca de R$ 33 mil.

Os suspeitos podem responder pelos crimes de furto qualificado mediante fraude, estelionato, constituição de organização criminosa e lavagem de dinheiro. A ação da PF de hoje conta com a participação do Ministério Público Federal (MPF), o Ministério da Cidadania (MCid), a Caixa Econômica Federal, a Receita Federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (CGU). (Com informações de Mariana Ferreira, da CNN, em São Paulo, e Vianey Bentes, da CNN, em Brasília) (*) CNN


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