Aprovação de Bolsonaro vai a 37% e é a melhor desde o início do mandato, diz Datafolha

Foto: Alexandre Schineider / Getty Imagens. 
37% dos brasileiros consideram o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) “ótimo ou bom”, de acordo com pesquisa do instituto Datafolha. Essa é a melhor avaliação do presidente desde que começou seu mandato.

Na pesquisa anterior, realizada no final de junho, o presidente tinha aprovação de 32%. Outra boa notícia para o presidente é a queda significativa na sua rejeição. Agora são 34% os que acreditam que sua gestão é “ruim ou péssima” no período, em junho eram 44%. Consideram o governo regular 27% dos brasileiros contra 23% em junho.

Foram entrevistadas 2.065 pessoas por telefone entre os dias 11 e 12 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A melhora na avaliação do governo vem logo depois da mudança de postura de Bolsonaro. O presidente, que chegou a participar de atos inconstitucionais que pediam fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional, adotou um perfil mais moderado, ao menos nas declarações públicas.

Bolsonaro, que ainda é crítico das medidas de isolamento social, também diminuiu o tom em relação à pandemia do novo coronavírus, que ele chegou a comparar a uma “gripezinha".

Contudo, a gestão da pandemia do governo Bolsonaro é vista como um fracasso, inclusive internacionalmente. o Brasil ultrapassou 105 mil vítimas da Covid-19 e é o segundo país mais afetado pelo vírus no planeta, atrás apenas dos EUA.

Frente aos rumores de um possível impeachment, Bolsonaro abandonou as promessas de campanha de não realizar a “velha política” e se aproxima cada vez mais a partidos do chamado “Centrão”, dando cargos e verbas em troca de apoio.

Uma preocupação do presidente é o chamado “Caso Queiroz”, no qual o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) é um dos protagonistas. Ele e seu ex-assessor Fabricio Queiroz são investigados por um suposto esquema de “rachadinha” enquanto Flávio ainda era deputado estadual pelo Rio de Janeiro.

A prisão de Queiroz em junho foi um grande desgaste para o presidente e sua família. O ex-assessor, que estava cumprindo prisão domiciliar junto com sua esposa Marcia Aguiar, deve voltar à prisão após decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) dessa quinta-feira (14).(*) Yahoo


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