“Greve geral” contra as reformas e Michel Temer vira um fiasco

Em pleno dia útil, população brasileira demonstrou que prefere trabalhar, em vez de servir de massa de manobra para sindicatos e partidos de...

Em pleno dia útil, população brasileira demonstrou que prefere trabalhar, em vez de servir de massa de manobra para sindicatos e partidos de oposição. 

Definitivamente, o resultado da “greve geral” ocorrida nesta sexta-feira (30) não foi aquele que era esperado pelas centrais sindicais e pelos movimentos sociais patrocinados por partidos políticos oposicionistas e cujas causas reais não são nada republicanas. Isso é um recado claro dado pela maioria dos brasileiros, que cansaram de ser massa de manobra da esquerda e que preferem aproveitar um dia útil para trabalhar e ajudar a tirar o Brasil da maior crise econômica de sua história.

Greve geral ocorrida nessa sexta-feira não teve a adesão esperada por centrais sindicais e movimentos sociais.
(Foto: Reprodução / Twitter). 
O melhor exemplo do fracasso da tal “ greve geral ” ocorreu em São Paulo, onde o Metrô, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e os ônibus funcionaram normalmente ao longo do dia. Na principal cidade do País, portanto, a militância paga não conseguiu tirar do cidadão de bem o direito constitucional de ir e vir.

No fim da tarde de hoje, os grupelhos oposicionistas se reuniram na Avenida Paulista, tradicional ponto de protestos em São Paulo, para realizar uma última tentativa de chamar a atenção neste fatídico dia de manifestações isoladas. O que se viu por lá, entretanto, não foi uma multidão preocupada com o País, e sim alguns militantes pagos desfilando bandeiras vermelhas da CUT (Central Única dos Trabalhadores), MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), entre outros movimentos patrocinados pelo PT .
Reivindicações

Os organizadores dos atos desta sexta-feira alegam que lutam, principalmente, contra as reformas trabalhista e da Previdência, além do projeto de lei que visa regulamentar a terceirização no Brasil.

Com cerca de 13 milhões de desempregados no País, essa gente certamente não percebe que está prestando um desserviço ao se opor a tais medidas, que irão gerar empregos e garantir o funcionamento da Previdência Social para as próximas gerações. Esse “exército” vermelho vai contra a modernização e prefere viver no século passado, na sua bolha ideológica soviética.

Por fim, a tal greve pede a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB). O argumento utilizado é o do combate a corrupção. Logo quem! Os apoiadores dos 13 anos dos governos mais corruptos de toda a história brasileira, chefiados por Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT. No momento em que o País começa a voltar aos trilhos, os grupelhos patrocinados tentam travar o crescimento, utilizando a velha estratégia do “quanto pior, melhor”.

Tudo isso, claro, com o aval da toda poderosa Rede Globo, que continua com seu interesse escuso de tentar distorcer a realidade e derrubar o atual governo. Atual governo que, inclusive, foi democraticamente eleito por aqueles que hoje pedem sua saída. Quem votou em Dilma, votou em Temer! É importante sempre lembrar isso àqueles que se “esqueceram” desse fato.

Motivação real
O que os sindicatos não dizem claramente é que essa tal “greve geral” tem um motivo claro, mas nada republicano: fazer com que todos esses “militantes” vermelhos voltem a mamar nas tetas do governo, de preferência sob uma nova gestão do ex-presidente Lula. Outra coisa que as centrais não dizem com todas as letras é que todos esses atos visam pressionar o governo e o Congresso a não acabar com o imposto sindical obrigatório.

IG / Último Segundo

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