Presidente Neide desmente vereador novato e diz não ter proibido ajuda à entidade de Guarabira: “Eu não gosto desse tipo de jogo!”

Neide de Teotônio (Foto: Reprodução / TV Portal Mídia). 
A vereadora-presidente da Câmara de Guarabira, Neide de Teotônio (PPS) fez uso da tribuna, durante a sessão desta terça-feira, 4, quando, além de agradecer a aprovação dos seus requerimentos – ela fez uma espécie de ‘lavagem de roupa suja’ entre os seus colegas legisladores. Neide após ter recebido uma reclamação de um vereador, que não quis citar o nome - falou que cada vereador vejam as pautas da casa e não se apossem de autorias de requerimentos proposto por outro colega. Em seguida, desmentiu e foi dura com um vereador ‘novato’, que a mesma preservou o nome do edil e o chamou de vereador ‘X’, por ter o parlamentar dito a um representante da FCD (Fraternidade Cristã de Deficientes Físicos), que a presidente teria proibido os vereadores de contribuir com a referida entidade.

Neide disse que foi procurada pelo representante da entidade, quando o mesmo se sentindo revoltado a indagou sobre qual o motivo que a levou a desautorizar os vereadores de ofertar tal contribuição para a representação dos deficientes em Guarabira. Ele disse que solicitou o valor ao vereador e o mesmo teria negado, alegando ter sido a presidente, que teria proibido os parlamentares de fazer a referida doação. Na tribuna, a chefe do legislativo guarabirense negou veementemente e se indignou com a atitude do vereador novato “X”. 

- Neide de Teotônio não desautorizou, isto é uma inverdade; se até eu mesma contribuo, como é que eu vou proibir? – desmentiu, a líder da casa. 

As pessoas que estavam presentes na galeria e os profissionais da comunicação, que faziam a cobertura no comitê de imprensa, no momento, ficaram se perguntando, curiosos para saberem a quem a presidente Neide se referia. Ela continuou o seu discurso.

 - Eu não gosto deste tipo de jogo! Eu gosto do que é certo, é certo; se você não quer contribuir com tal instituição, seja honesto, diga, eu não vou contribuir, mas usar o nome da presidente desta casa e dizer que sou que proíbo, é mentira; porque as minhas ajudas eu também faço do meu bolso (...). Eu não gostei da posição desse vereador, que usou o meu nome (...). Não vamos ser injusto com as pessoas, se você não quer ajudar, diga; você é que sabe do seu bolso – concluiu, a presidente.

A referida contribuição à FCD, já vem de outras legislaturas. Após a assinatura do vereador, confirmando a sua contribuição, no valor de R$ 50, a CMG faz o devido desconto em folha salarial do parlamentar.

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