Salários atrasados, falta de medicamentos, colchão velho com mancha de sangue marcam atual situação da UPA em Guarabira

É constrangedor para os servidores da UPA Guarabira e consequentemente para os usuários assistirem e sentirem a crise extrema que se passa...

É constrangedor para os servidores da UPA Guarabira e consequentemente para os usuários assistirem e sentirem a crise extrema que se passa na referida unidade. A reportagem do ‘Jornal da Manhã’ da Rádio Constelação FM foi mais uma vez procurada por pessoas do povo, e até por servidores locais, que pediram para não terem as suas identidades reveladas – para denunciar falhas graves, inclusive acerca de salários do funcionalismo daquela importante repartição, os quais econtram-se de três a quatro meses atrasados.

Conforme o repórter Zé Roberto, o mesmo obteve informações que os médicos estão sem receber, atualmente, há cerca de 90 dias; já outros servidores completaram, exatamente, 4 meses sem dinheiro no bolso. Sendo essa celeuma de salários atrasados na UPA Guarabira, tema durante quase que todo ano de 2015, na imprensa que não se curva ao governo dos girassóis em Guarabira, mas que, infelizmente se alastra até os dias de hoje. Um ouvinte, que não se identificou, ligou para o jornalístico matinal da rádio estrelada, no momento das denúncias e críticas à repartição dirigida por Gilson Cândido, e confirmou as tocantes irregularidades.

A UPA é gerida pela ABBC - Associação Brasileira de Beneficiência Comunitária, porém conforme mais informações de lá de dentro repassadas para a reportagem da 92,1 FM de Guarabira, o diretor Gilson Cândido não dialoga com os servidores sobre o atraso dos salários. “Ele chega e se tranca em seu gabinete”, reportou Zé Roberto.

Além disso, outras informações apontam para falta de medicamentos e insumos de rotina, diminuição no quadro de médicos, por terem pedido demissão por não aguentarem trabalhar de graça para o governo. Além da permanência de apenas um pediatra para atender toda a demanda de Guarabira e região que procura os serviços daquela unidade de pronto atendimento.


Parte de um colchão de possivel cama para pacientes da Upa Guarabira, aparenta péssimo estado de conservação
(Foto: Reprodução / Facebook / José Roberto Rodrigues)
Outro flagra realizado na repartição foi umas fotografias que tiraram de uma das camas para pacientes, onde o próprio repórter Zé Roberto resolveu postar no seu perfil do Facebook; pela imagem, o equipamento mostra-se com o colchão, vergonhasamente, em péssimo estado de conservação, e ainda o mais grave, pois dá para se perceber uma certa mancha, aparentemente de sangue impregnada no tecido do mesmo, sendo um possível motivo para que um paciente venha a contrair uma infecção hospitalar.

Segundo o reporter Zé Roberto, ele disse que já foi à Upa e tentou várias vezes falar com a direção, porém sem êxito.

Com a palavra, a direção da Upa Guarabira.

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