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| - Cássio C. Lima (Crédito: Gerdan Wesley) - |
Durante
a sessão desta sexta-feira no Senado Federal, o líder do PSDB, Cássio Cunha
Lima (PB) disse que não vê problema em se investigar os desmandos no país “desde
a Coroa Portuguesa”. Mas deixou claro que isso não pode ser usado “para impedir
as que as investigações que estão em curso sejam desviadas do seu foco”.
Ele
citou mais uma vez a tática do PT, de atribuir a todos a culpa pelos escândalos
na Petrobras, ao comentar editorial do jornal Estado de S. Paulo, que critica
essa tática petista diversionista: “se não dá pra sair do buraco, traga os
inimigos para dentro dele”.
Durante
a sessão, o líder também disse que, novamente, a estratégia do partido do
governo é do sectarismo, o “nós contra eles”, e afirmou que o país vive um
momento de doenças crônicas: “um governo que não consegue distinguir claramente
o que é público do privado”.
O
líder afirmou ainda que no Senado não há golpistas, e que queda de popularidade
não é sinônimo de impeachment da presidente da República.
Cássio
citou ainda a cantora Maria Bethânia, que diz sentir pena do Brasil, e lamentou
o momento do país – reforçando a postura da oposição de garantir que as
apurações ocorram.
“Depois
de algumas conquistas que alcançamos, há um ambiente de retrocesso com tudo
isso que está sendo revelado. Mas o Brasil ganhará e crescerá com a revelação
de todos esses acontecimentos. Estamos aqui para defender as investigações e a
punição rigorosa dos eventuais culpados”, finalizou. (Liderança do PSDB no Senado).

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